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28 Feb20:24

Pipoco e Palco Skol devem permanecer no Carnaval de Salvador 2018

Duas das novidades gratuitas promovidas no Carnaval de Salvador 2017 e que foram sucesso de público devem ser mantidas para a edição 2018 da folia. Uma delas é o Pipoco, a terça-feira de “esquente” carnavalesco no contrafluxo do Circuito Dodô (Barra/Ondina). A outra é o Palco Skol, que tem trazido diversos nomes da música brasileira para o Farol da Barra. A declaração foi dada pelo prefeito ACM Neto, após entrega do prêmio “Eu Promovo Carnaval Sustentável” no camarote oficial, nesta terça-feira (28), no Campo Grande (Circuito Osmar).

“O palco da Barra deve continuar e a ideia da Prefeitura é de que o Pipoco também continue. Já estão sendo pensadas algumas coisas. Acho que esse Carnaval de 2018 é o tem mais coisas novas engatilhadas, mas a definição é só mesmo depois da quarta-feira de Cinzas”, pontuou o prefeito. Ele lembrou que o contrato com a Ambev, proprietária da marca Skol, é de três anos e que a parceria está sendo bastante satisfatória para a Prefeitura.

ACM Neto também ressaltou que a quantidade de trios sem cordas mudou completamente em comparação a 2013, e que os blocos também são importantes para a cidade. “Não somos contra os blocos, eles são importantes para a economia da cidade, para a geração de emprego e para garantir o desfile de diversas atrações, até porque a Prefeitura e o governo estadual sozinhos não conseguem bancar todas as atrações. Mas, sem dúvida, o Carnaval da pipoca é uma vitória da gestão. Veja o exemplo de Daniela, que há quase 20 anos não tocava aqui no Centro e desde 2015 se apresenta para o folião pipoca aqui trazida pela Prefeitura”, relatou.

O prefeito também pontuou a necessidade urgente de revitalização do Circuito Osmar (Centro), colocando a questão como o principal desafio para a festa do próximo ano. “A Barra (Circuito Dodô) não aguenta, há um limite. A gente sentiu uma pressão muito grande, principalmente no domingo e na segunda. Isso não é confortável para o folião e para o morador. Então temos que reequilibrar isso de novo. Vamos pensar as possibilidades e, logo depois que os artistas e produtores descansarem, vou procurá-los para conversas individuais. Pretendo coordenar essa conversa para discutir o futuro do Carnaval de Salvador e como dá para harmonizar todos os interesses.”

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