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27 Feb21:32

Jornalistas destacam estrutura e caráter democrático do Carnaval de Salvador

Repórteres da Suíça, Alemanha, Espanha, França, Portugal, Inglaterra, Argentina, Holanda e Itália cobrem a festa

O Carnaval Salvador 2017 está mais democrático e mantém alto o nível de excelência em termos de estrutura, com a Prefeitura oferecendo todo suporte na parte cultural e na área de serviços. A observação é de fotógrafos, cinegrafistas, repórteres, produtores e assistentes dos veículos de comunicação envolvidos na cobertura da maior festa de rua do planeta, que tem como ponto de encontro a Sala Oficial de Imprensa Radialista Cristóvão Rodrigues, no Campo Grande.

Diariamente as equipes precisam filmar, fotografar, entrevistar e reproduzir som e imagem para municípios do interior, outros estados e também para fora do Brasil durante a folia. Tudo isso frente à realidade que permite a presença de milhares de pessoas nas ruas da cidade, com mais de 400 atrações e a necessidade de registrar mais de 700 horas de festejos pipocando em pontos espalhados da capital baiana.

Para facilitar essa tarefa que demanda tempo, preparo físico e mental por parte da imprensa, a Prefeitura oferece sala climatizada e com rede de internet sem fio, para que os profissionais possam transmitir as informações, além de disponibilizar conexão gratuita à rede mundial de computadores em três circuitos da festa - Osmar, Dodô e Batatinha. Até a tarde desta segunda-feira (27), o sistema gerido pela Companhia de Governança Eletrônica de Salvador (Cogel) já obteve 68 milhões de acessos realizados por 40 mil usuários.

A festa deste ano conta com 2.500 profissionais credenciados de 159 veículos, considerando repórteres, pessoal de imagem e o núcleo técnico e operacional. Deste montante, 60 jornalistas são freelancers, com 18 do exterior. Atuam no Carnaval de Salvador jornalistas de vários municípios baianos, outros estados e também da imprensa internacional, com destaques para sites, jornais e TVs da Suíça, Alemanha, Espanha, França, Portugal, Inglaterra, Argentina, Holanda e Itália.

"É muito importante a presença desses profissionais de imprensa para registrar, de forma fidedigna, o que acontece em Salvador nestes dias de Carnaval. A cobertura fotográfica do evento também é muito rica e vai confirmar o quanto é bonita a folia daqui. Salvador está mostrando para o mundo que é possível fazer uma grande festa de participação popular", ressalta o secretário de Comunicação, Paulo Alencar.

Documentário - Pela primeira vez em Salvador, o jornalista argentino Cesar Italiano está surpreso com a folia da capital baiana. "Já trabalhei nas festas do Rio de Janeiro, Recife e Olinda, mas aqui é diferente. Encontrei uma estrutura de serviços muito boa, da qual destaco a agilidade na limpeza das ruas, a oferta precisa de informações e a atuação dos órgãos de segurança pública. Destaco ainda a organização, a grande presença popular e a quantidade de informações oferecidas pelos órgãos oficiais. É realmente fascinante". Natural de Buenos Aires, Cesar realiza um documentário sobre o Carnaval da Bahia.

Há quatro anos na cobertura da folia, a repórter Chayenne Guerreiro, do site Bocão News, destaca o caráter democrático da festa. "A principal diferença em relação a outros anos é o volume e a variedade das atrações saindo sem cordas, para o folião pipoca. Dessa forma, é possível para o morador dos bairros mais carentes e pessoas de baixa renda curtir a festa de maneira plena. Além disso, o Carnaval passou a ter um caráter ainda mais plural, garantindo a diversão para mais gente. A festa é bonita e as pessoas estão vindo para Salvador, apesar da crise em que está o país", diz.

Nascido na comuna de Sciacca, na região da Sicília (Itália) e cidade-irmã de Salvador desde 2001, Salvatore Dimino cobre a festa para o jornal Italian News desde 2015, e destaca a escalada evolutiva da festa em termos de organização e estrutura nos últimos três anos.

"A festa está mais ordeira, em especial no Centro Histórico, uma área de grande interesse para os leitores de fora do Brasil. Também se percebe uma valorização maior dos blocos afros, da capoeira, fanfarras, trios e toda tradição popular que pode ser encontrada na festa. Aqui se torna real tudo que penetra em nosso imaginário quando estamos no exterior. Como encanta igualmente a facilidade para o trabalho de imprensa, com uma melhor organização da informação, que garante a todos os veículos um contato mais próximo, por meio das redes sociais e sites informativos", disse Salvatores.

"É inegável o avanço que a Prefeitura proporcionou ao Carnaval de Salvador nos últimos anos. Para os profissionais de rádio o trabalho era muito complicado. Antes, as cabines das emissoras ficavam o dia inteiro no sol, sem ar-condicionado e distante dos demais veículos. Hoje a coisa evoluiu bastante, com climatização, atendimento e dedicação primorosos por parte da Secretaria de Comunicação (Secom). Além disso, os governantes passaram a viver mais a festa. Hoje você pode ver o prefeito subindo no trio, se misturando ao povo na folia. Isso era algo inimaginável quando iniciei”, comenta o radialista Almir Sant’Anna, da Excelsior.

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